Dois alemães, Anthony Rother e Chris Liebing são dois bons sopros no meio deste Skol Beats de sotaque britânico e dominado pela progressive house e pelo trance.

Neste ano do festival percebe-se a vontade de atrair um número ainda maior de gente e um certo receio de arriscar no novo.
Dos internacionais, além de Rother e Liebing, Mylo (electro), Michel de Hey (tecno), High Contrast (drum’n’bass) são nomes refrescantes, que trazem algo que acrescente para a cena.

O curador do Skol Beats, Edo van Duyn, tenta explicar: “Sobre o Seb Fontaine, realmente ele não está tão em alta quanto antes. Mas o som dele hoje é bem diferente do de anos atrás. Não toca mais apenas progressive. Já o Layo & Bushwacka, em maio eles lançam disco novo, e o set no Skol será uma antecipação desse álbum”.

A emissora britânica, que emprestará nome a uma das tendas do evento, fará a transmissão ao vivo dos sets de Tong e de Fergie, além de fazer entrevistas com DJs como Marky e Patife. Pete Tong é DJ da rádio, e seu programa, às sextas-feiras, é um dos que carregam maior audiência na Radio One.

“Dentro do contexto do evento, ele tinha que estar aqui”, disse Van Duyn. “Ele foi um cara fundamental na costura desse acordo com a Radio One, que, além de divulgar o festival na Europa, será bom para a cena brasileira.”

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