Chico Buarque, petista de carteirinha, “à contragosto” falou “sem clareza ainda para definir uma posição”, sobre a crise do governo Lula.

“A alma do brasileiro está ferida com os acontecimentos que eram mantidos no plano subterrâneo e agora estão aflorando”, disse, escolhendo metricamente palavras para ilustrar seus sentimentos:

“É bom que se tome conhecimento, já que são coisas que vinham acontecendo há bastante tempo, uma prática usual na política brasileira”, declarou-se triste, mas logo afirmou que gosta de Lula e continua achando que a eleição petista foi importante para a democracia no país.

O mestre acaba de ganhar o prêmio Zaffari & Bourbon pelo livro Budapeste.

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