Black Eyed Peas fecha o primeiro dia no palco do SWU 2011

Em dia sem surpresas, Black Eyed Peas anima o público no SWU

O Black Eyed Peas encerrou a primeira noite do festival SWU com um show de aproximadamente duas horas. Para uma legião de fãs apaixonados, o grupo apresentou uma coleção de hits em clima quase apoteótico e, por outro lado, também testou a paciência dos “não tão fãs”. A banda fez uma apresentação muito diferente da que mostrou em turnê pelo Brasil em 2010.  

Com uma seqüência de hits de tirar o fôlego o início do show arrancou a recepção mais calorosa da plateia no primeiro dia do evento. Com as faixas Rock that Body, Don’t Stop the Party, Don’t Phunk with My Heart a uma animada Fergie, o grupo norte-americano proporcionou uma balada ao ar livre.

Por outro lado as novas versões longas e grandes pausas entre as músicas, deixou o – cansado – público impaciente. A maior parte de arquibancada liberada para uso geral estava ocupada e muita gente deixou o local antes da apresentação acabar.

O número solo de Will.I.am – quando o músico assume a discotecagem de seu notebook no centro do palco – não gerou a mesma comoção dos shows anteriores no Brasil. O músico quebrou o ritmo da apresentação ao tocar uma mistura sem sentido de Lady Gaga, Nirvana, Jorge Ben Jor e Blur.

Quando o líder do grupo deixou o palco para Fergie assumir com seu solo, a intervalo foi tamanho que grande parte do público achou que a apresentação já tinha chegado ao fim. Então, a cantora ressurgiu usando um extravagante vestido vermelho   – provavelmente o motivo da demora – e cantou o sucesso Big Girls Don’t Cry.

Retomando um pouco do ritmo inicial e depois de um meio confuso, a segunda parte do show reanimou o público. Sem muita enrolação o grupo apresentou as canções Pump It, Where Is the Love e guardou para o bis os sucessos do rádio Boom Boom Pow, The Time e o megahit I Gotta Feeling – que também ganhou uma versão exaustiva de tão longa.



Em dia sem surpresas, Black Eyed Peas anima o público no SWU

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