Em sua quarta passagem pelo Brasil, o Queens of The Stone Age veio em posição digna que sempre mereceu: a de atração da noite e com show completo. É a primeira vez que o grupo se apresenta solo por aqui, sem estar dentro de festivais, com horário e setlist reduzidos. Ontem em São Paulo, no Espaço das Américas lotado e com ingressos esgotados a meses, Josh Homme & Cia tinham o tempo que queriam e podiam tocar o que viesse à mente. O palco era deles. A noite era deles.

Após um curto show de abertura do músico Alain Johannes (que é ex-integrante do QOTSA), a atração principal da noite subiu ao palco com You Think Ain’t Worth a Dollar, But I Fell Like A Millionaire. Mas foi na segunda música, No One Knows, do álbum Songs For The Deaf (2002), que a banda mostrou a que veio: despejar um hit atrás do outro em altos decibéis. Desse disco, ainda teve Go With The Flow, Do It Again, e A Song For The Dead

O tom da apresentação foi em cima do último álbum …Like Clockwork (2012), com músicas como My God Is The Sun, I Sat By The Ocean e If I Had A Tail. Com Feel Good Hit Of The Summer (que teve trechos de Never Let Me Down Again do Depeche Mode) e The Lost Art of Keeping a Secret em sequência, Homme levou todos os presentes ao ano 2000, época em que Rated R foi lançado. As conhecidas Little Sister, Sick, Sick, Sick e Make It Wit Chu também estavam no repertório. Óbvio!

Os fãs mais antigos sentiram falta de Regular John e Avon. Mas não há do que reclamar, e sim agradecer pelo showzaço que o QOTSA nos deu. Que voltem mais vezes e em locais fechados.

Sente a vibe do show com vídeos feitos por fãs:

 

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