The Maine

Divulgação The Maine

Com apenas oito anos de carreira, o The Maine desembarca no Brasil pela quarta vez para fazer cinco shows pelo país. O primeiro deles acontece nesta sexta (31), no Rio, e depois a banda segue para SP, Porto Alegre e Curitiba. Formada por cinco garotos quando ainda estavam no colégio no Arizona, nos Estados Unidos, o The Maine chega por aqui com a turnê do seu último álbum, American Candy, que mostra um lado mais leve e pop do grupo.

“Estamos muito felizes com o resultado e parece que as pessoas estão sentindo essa positividade, o que é muito especial pra mim”, disse o vocalista John O’Callaghan por telefone em entrevista exclusiva ao Virgula Música. John ainda falou sobre a fase atual da banda, que deixou uma grande gravadora há alguns anos para ser independente, e mostrou estar muito ansioso para voltar para cá – aliás, não só pelos shows, mas também pelo nosso brigadeiro. Vem dar uma olhada nesse papo:

Virgula Música: Essa é a quarta vez que vocês vêm para o Brasil. Acho que vocês gostam um pouquinho daqui, né?

John O’Callaghan: É, a gente gosta um pouco daí! (risos) É um lugar incrível, nos amamos ir até aí.

Pois é, e vocês têm muitos fãs aqui. Como vocês se sentem tendo tanta gente ouvindo suas músicas em um país tão diferente?

É até difícil de explicar, pra ser honesto. Não consigo nem colocar em palavras o quanto é incrível ter essa oportunidade. E o que eu acho que vai acontecer dessa vez que estamos indo para aí é que as pessoas vão sentir que estamos com uma energia diferente no palco.

O American Candy já é o quinto álbum da banda, e ele é mesmo diferente dos outros. Como foi o processo de composição, de gravação dele e o que ocasionou essa mudança?

Bom, quando a gente grava um álbum não temos a intenção de fazer algo diferente de propósito, se é que isso faz sentido. A gente não tenta ser diferente só por ser diferente, acho que cada álbum que fazemos acaba sendo um testemunho de como estamos e como nos sentimos naquele momento. E com o American Candy eu acho que foi desse jeito que rolou. Eu sabia que queria escrever músicas mais otimistas, ou ao menos mais alegres. Essa deve ter sido a única coisa que eu pensei nesse sentido, sabe, de fazer algo diferente em relação aos discos anteriores. Nós estamos muito felizes com o resultado e parece que as pessoas estão sentindo essa positividade, o que é muito especial pra mim.

The Maine

Divulgação The Maine

Sobre os shows aqui no Brasil, o que a gente pode esperar deles? Vocês vão tocar só as músicas novas ou as mais antigas também?

A gente vai tocar uma boa mistura de todas elas! Tenho a impressão de que as pessoas vão ficar muito satisfeitas com o setlist. Nós vamos tocar muitas músicas novas, o que é incrível pra gente, mas também vamos balancear com algumas mais antigas.

Vocês são uma banda independente já há algum tempo. Como foi o processo de deixar uma grande gravadora para criar o seu próprio selo?

Acho que as coisas basicamente funcionam da mesma forma. A gente sempre colocou muito a mão na massa pela banda, então essa transição acabou sendo tranquila. Óbvio que, por sermos independentes, somos só nós por nós mesmos, e a coisa fica mais intensa quando precisamos tomar alguma decisão… Mas eu acho que isso é importante. Nós estamos muito animados com isso porque temos uma liberdade de criação muito grande, tanto para músicas, para vídeos ou para a mensagem em geral que a gente passa.

Bom, e como esse último álbum se chama American Candy, você pode dizer se já provou algum doce brasileiro e gostou?

Eu odeio dizer isso, mas eu não gosto muito de doces (risos). Eu sei, é um paradoxo, mas acho que é porque eu comi muitos doces quando era criança. Mas eu acho que se chama brigadeiro um doce que eu experimentei aí e que eu diria que é o meu favorito.

Para finalizar: você quer deixar alguma mensagem pro pessoal que está esperando os shows do The Maine?

Oh, obrigado a todo mundo que está fazendo possível que a gente volte para o Brasil, é incrível poder voltar pela quarta vez! Muitos dos meus amigos têm empregos que eles odeiam, e é muito legal pensar que a gente pode fazer o que faz por causa da música. Estamos muito ansiosos para chegar aí e nos divertirmos bastante!

SERVIÇO

RIO DE JANEIRO
Data: 31 de julho de 2015
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 19h00 / Início do show: 20h00
Classificação etária: 14 anos
Pista meia/promocional: R$ 120,00 | Pista inteira: R$ 240,00
Ponto de venda: bilheteria do Circo Voador
Venda online neste link

SÃO PAULO
Datas: 1 e 2 de agosto de 2015
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde 2899 – Pinheiros (próximo ao metrô Faria Lima)
Abertura da casa: 17h30 / Início do show: 18h30
Classificação etária: 14 anos
Pista meia/promocional: R$ 110,00 | Pista inteira: R$ 220,00
Camarote meia/promocional: R$ 160,00 | Camarote inteira: R$ 320,00
Ponto de venda: bilheteria do Carioca Club
Venda online: neste link para o dia 1/8 e neste para o dia 2/8.

CURITIBA
Data: 5 de agosto de 2015
Local: Music Hall
Endereço: Rua Engenheiro Rebouças 1645 – Rebouças
Abertura da casa: 19h00 / Início do show: 20h00
Classificação etária: 14 anos
Pista meia: R$ 110,00 | Pista inteira: R$ 220,00
Ponto de venda: Dr. Rock (Shopping Jardim das Américas)
Venda online neste link

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