O nome de Mariah Carey é fortemente atrelado ao pop e ao glamour. Só que nos anos 1990, ela escreveu e produziu secretamente um álbum de rock, revelou sua autobiografia lançada nesta semana, “The Meaning of Mariah Carey”. E algumas dessas canções chegaram a ver a luz do dia, só que interpretadas por outra artista, informou a Kerrang!

O ano era 1995. Enquanto trabalhava no álbum “Daydream”, a cantora contou em seu Twitter que também criou um álbum de rock alternativo para a banda Chick. “Me ajudou a passar por alguns dias sombrios”, revelou.

No livro, Mariah conta que começou a amar algumas músicas: “eu me comprometia com a minha personagem. Estava tocando com aquele estilo grunge, despreocupado, punk-light das vocalistas brancas que eram populares na época. Você sabe, aquelas que pareciam estar relaxadas com seus sentimentos e imagem. Elas podiam estar com raiva, angustiadas, bagunçadas, com sapatos velhos, chinelos enrugados e sobrancelhas rebeldes, enquanto cada movimento que eu fazia era calculado e bem cuidado”.

Ela então afirma que queria se libertar e enfim expressar sua tristeza, mas também poder rir. “Todas as noites eu ficava ansiosa para interpretar meu alter-ego com a banda depois [de gravar] ‘Daydream'”.

Mariah produziu, compôs, fez a direção de arte e backing vocals do álbum “Someone’s Ugly Daughter”, da banda Chick.

O álbum não está disponível nas plataformas de streaming, mas é possível ter um gostinho com a faixa “Demented”.

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