Criado em 1993, o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade chega à sua 22ª edição, de 13 a 23 de novembro, em São Paulo. O forte do Mix, claro, são os filmes. Curtas, médias e longas de diversos países, ficção e documentário, todos falando dessa coisa toda: as questões LGBT, com personagens gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros.

O longa Algo a Romper, da Suécia, abre o festival. Outros destaques entres os longas estrangeiros: Mommy, do “menino-prodígio” Xavier Dolan, indicado pelo Canadá para concorrer ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e E Agora? Lembra-me, o indicado de Portugal.

Filme Mommy , de Xavier Dolan

Filme Mommy , de Xavier Dolan

Entre os longas nacionais, destaque para Castanha, de Davi Pretto, doc que esteve no Festival de Berlim deste ano; De Gravata e Unha Vermelha, de Miriam Chnaiderman, também documentário, que venceu o Prêmio Félix (prêmio LGBT) no Festival do Rio em setembro; e Para Sempre Teu Caio F., de Candé Salles, sobre o escritor gaúcho Caio Fernando Abreu.

Imperdível é a mostra Pioneiros do Cinema Homoerótico, que homenageia os cineastas Wakefield Poole (EUA) e Peter de Rome (França), realizadores de filmes pornô-eróticos dos anos 60, 70 e 80, vintages e charmosos.

No terreno do teatro, o destaque é o espetáculo de dança contemporânea Blood, do dançarino brasileiro Jean Abreu, que acontece no CCSP (Centro Cultural São Paulo) nos dias 15 e 16 de novembro.

A programação completa está no site do Mix Brasil.

 

Sem mais artigos